Como baixar quaisquer Áudios e vídeos da Internet
junho 6, 2007 by Bruno Ferreira Mathias
Filed under Faça você mesmo
Este tutorial foi escrito originalmente pelo Gustavo Barreto, na lista da Rede de Mídia Alternativa e ensina como captar qualquer Áudio ou qualquer vídeo da Internet, ou seja, qualquer mídia que esteja em algum site, disponibilizados por exemplo por meio da tecnologia streaming, que permite o envio de informação multimídia através de pacotes, utilizando redes de computadores, sobretudo a Internet. São aquelas telas de vídeo ou áudio em que aparentemente não é possível identificar a origem da mídia.
O primeiro passo é fazer o download dos programas HiDownload e URL Snooper (ambos gratuitos, mas que aceitam doações). São os links 1 e 2 (sugestão de sites nossa):
1. http://www.donationcoder.com/Software/Mouser/urlsnooper/index.html
2. http://www.hidownload.com/
A instalação do HiDownload é fácil fácil. A do URL Snooper, basta extrair os arquivos zipados e clicar no arquivo WinPcap_3_1.exe para instalar.
O princípio é muito simples: enquanto o URL Snooper “bisbilhota” a rede e capta todo e qualquer link de vídeo ou áudio (em inglês, Snooper significa bisbilhoteiro, intrometido), o HiDownload faz o download desta mídia a partir do link achado. São dois programas, um para bisbilhotar, outro para extrair. Mais ou menos o que as grandes empresas de marketing e pesquisa de opinião fazem com você.
O caminho está descrito abaixo, mas não se desespere. É fácil!
1. Para descobrir o endereço da mídia:
1.1 Abrir o URL Snooper (o cachorrinho);
1.2 Vão aparecer duas abas, “Search” e “Options”. Selecione a “Options”;
1.3 Em “Network Adapter”, seleciona o seu adaptador de rede (em geral é o nome mais extenso, diferente do “Generic dialup adapter”);
1.4 Volte à aba “Search” e clique no botão “Sniff Network”;
1.5 Só depois que efetivou o item 1.4, abra o site contendo a mídia que deseja identificar;
1.6 Exemplo: você quer baixar áudios da rádio da ONU em inglês. Então, entra em http://radio.un.org/
1.7 Entre diversos links que poderão aparecer, tente identificar o da mídia que deseja. A tabela ao lado do link ajudará nesta tarefa, indicando por exemplo um “Audio media http file” ou um “Real Media rtsp stream”. No caso da Rádio ONU, aparecerá o link http://webcast.un.org/radio/english/real/2007/07052900-update.rm
1.8 Atenção: muitas vezes, para acionar o streaming, é preciso clicar no link da rádio, em botões como “Clique aqui para ouvir”;
1.9 Uma vez identificada, selecione o link (ele selecionará a linha inteira). Clique com o botão esquerdo do mouse e selecione a opção “Copy Selected URL(s) to Clipboard”.
2. Para baixar o arquivo:
2.1 Abrir o programa HiDownload;
2.2 Selecione, no canto superior esquerdo, a opção “File”;
2.3 Selecione “Add a URL to download”;
2.4 Se você realizou a primeira etapa (URL Snooper) corretamente, já deve aparecer o último link “bisbilhotado”. Caso não apareça, coloque no espaço URL o stream/link achado (no nosso caso, http://webcast.un.org/radio/english/real/2007/07052900-update.rm).
2.5 Na aba “General”, selecione no espaço “Stream” o formato em que deseja gravar o arquivo (mp3, real media etc.). No nosso caso, como é um arquivo “rm”, serve apenas o Real Media.
2.6 Na aba “Advance”, no espaço “Threads”, mude de “2″ para “1″.
2.7 Agora basta clicar em OK.
2.8 O programa começará o processo de download do arquivo selecionado. Se for um stream (fluxo de dado) permanente, como numa rádio 24 horas, o download só para quando você desejar (basta selecionar o arquivo e apertar o botão de stop (em vermelho). Se for um arquivo, o download irá ser finalizado automaticamente.
2.9 Em geral, o download é arquivado numa pasta do tipo “C:hidownload”. Para mudar a pasta, clique em “Tools”, depois “Options”, depois “Default”, e verá a opção “Save to”. Clique nos três pontinhos para selecionar a pasta.
Pronto!
Conhecimento não pode ser comercializado, mas lembre-se de usar de forma responsável as mídias capturadas, pois por trás da produção delas há muito trabalho de profissionais que ralam bonito!
Videoativismo
Estamos chegando numa etapa do Cinecélula em que podemos e devemos realizar filmes. De fato, a gente tem feito algumas experiências mais internas, como no caso dos informes das linhas e dos clipes do Tendal da Lapa e do Manifestação.
Mas acho que a coisa tem mais potência do que isso.
Na semana passada, estivemos conversando com o pessoal do Morro Doce, que está interessado em fazer um documentário sobre uma situação pontual contra a qual estão se organizando. Trata-se de um aterro sanitário, que será implementado na região pela atual prefeitura. Eles já filmaram algumas coisas, em VHS mesmo, contando com o empenho do Márcio, que é um dos caras que está organizando a coisa toda.
A gente ficou divagando se não valeria a pena entrevistar as pessoas que moram próximo à região, os vereadores que aprovaram o projeto de lei, os ativistas, pessoas que trabalham com o lixo de uma outra maneira, etc… Marcamos uma reunião para esse sábado, para discutirmos um roteiro, distribuirmos as tarefas e marcarmos as entrevistas e as filmagens. Também estamos pensando em armar um esquema de oficinas, para que mais pessoas aprendam a editar a coisa toda, enquanto vamos fazendo isso caminhar.
Devemos lançar a imagem de que sejam feitas equipes para tudo! Mas sabemos como essas coisas demoram a se dar e estamos preparados para fazer a coisa com esses que aí estão, se revezando em diversas funções, porque para eles a imagem de se fazer o documentário tem muito brilho.
Enquanto faremos o documentário, a idéia é ir armando espaços de discussão da questão, pequenos fóruns nas escolas do bairro, onde as pessoas podem se expressar livremente sobre o fato e isso entra no documentário como registro. A proposta é que isso vá acontecendo durante a feitura do filme e que uma vez que o documentário esteja finalizado (ou quase), sejam realizados videodebates, onde a comunidade poderá se expressar sobre os rumos tomados na edição. O material final será distribuído entre as associações e escolas participantes, além dos comerciantes que possam ter anunciado no projeto a fim de apoia-lo.
A idéia é que a feitura do filme sirva como pretexto para uma organização das pessoas frente a conflitos pontuais. E que isso seja documentado e rediscutido na comunidade, com o apoio da própria comunidade.
Como armar uma Cinecélula
Uma Cinecélula é um grupo de pessoas que tem a capacidade de produzir, difundir e compartilhar conhecimento na área de audiovisual. A idéia toda por trás disso é a de democratizar o uso dos meios de comunicação, democratizando o conhecimento de como produzir esse tipo de mídia. A Cinecélula atua na área de audiovisual, isso é, vídeo, multimídia, audio… Mas o conceito de democratização dos meios de comunicação pode ser extendido a outros tipos de mídia.
O que temos percebido é que existe bastante diversidade na produção de mídias alternativas. Existem coletivos atuando na área das rádios comunitárias, na produção de vídeos em movimentos sociais, na difusão de ações feitas por vários movimentos, etc… Essas ações brotam da necessidade de ver retratada a história que a mídia corporativa não tem interesse em contar: a história da participação popular e da democracia real.
No entanto, vemos poucas iniciativas de facilitar a difusão do conhecimento necessário para fazer a sua própria mídia. Os grupos acabam se restringindo a alguns técnicos e voluntários que assimilam o conhecimento na própria feitura da mídia e que em alguns momentos ministram oficinas para agremiar mais pessoas.
Há ainda casos de grupos que se formam e acabam sendo capazes de produzir a sua própria mídia, se tornando porta-vozes de outros coletivos. Quando um movimento social necessita, convida o grupo para fazer a cobertura do evento e depois o grupo ventila a informação através da rede em que está conectado.
Isso está excelente, de qualquer forma!
O que temos pensado é como poderíamos encadear ações que gerassem o conhecimento necessário para que essas mesmas ações fossem reproduzidas em outras partes, armando uma rede viva e inteligente, capaz de compartilhar o conhecimento por todos os pontos. Uma mídia auto-replicante, que também trouxesse como conteúdo a demonstração de como produzir aquele conteúdo.
O modelo centrado no técnico tem sido frustrado diversas vezes pelo governo e os grupos mais reacionários. Nestes casos, a repressão centra-se na apreensão de equipamentos e na repressão dos técnicos (dinheiro e portadores de conhecimento). O que estamos propondo talvez dê um pouco mais de trabalho ã repressão: propomos que cada um seja um técnico. Que se centre a atenção na organização destas equipes, que dessa forma seriam capazes de dar uma resposta econômica mais rápida além de serem capazes de produzir a maior diversidade possível de mídias. E que essas equipes sejam capazes de se organizar em rede para que a informação e o conhecimento gerado em um ponto chegue rapidamente a outro ponto.
Essa forma organizativa das equipes tem a ver com o trabalho estrutural Movimento Humanista, Âmbito em que as ações das Cinecélulas têm acontecido. Como as Cinecélulas, temos gerado diversos tipos de ação, nos mais diversos segmentos.
O que é o Movimento Humanista
O Movimento Humanista é um grupo de pessoas que atua em cerca de 120 países, desenvolvendo ações que tenham o ser humano como o valor e preocupação central, a não violência e a não discriminação.
Nos reunimos semanalmente para organizar as nossas ações e duas vezes por ano realizamos uma campanha financeira com o objetivo de mantermos a nossa independência econômica. A participação é aberta a qualquer pessoa que esteja de acordo com os seguintes seis pontos: propiciar a colocação do ser humano como valor e preocupação central; afirmar a igualdade de todas as pessoas para avançar de um mundo de iguais direitos para todos, a um mundo de iguais oportunidades; reconhecer a liberdade pessoal e cultural, afirmando as características próprias de cada povo; favorecer toda tendência para o desenvolvimento do conhecimento sobre todas as limitações impostas ao pensamento; afirmar a liberdade de idéias e crenças e finalmente, repudiar todas as formas de violência, não somente a física, mas também todas as outras formas de violência.
Como iniciar essa ação?
Entre em contato com a gente, para conversarmos sobre as experiências que tivemos. Isso pode ajudar muito na hora de começar a atividade. Alguém que já passou pelo estágio inicial de organização, de formação do primeiro grupo, de realização de atividades, etc… pode ser uma ajuda constante e valiosa. Essa pessoa serve como orientador e pode ajudar a destravar muitas situações. É interessante que se tenha uma relação mais constante com essa pessoa e um dos lugares onde isso pode acontecer é na reunião semanal que realizamos. No caso disso ser inviável, se pode armar um outro ponto de encontro ou até mesmo reuniões virtuais por telefone ou internet.
Reúna um grupo de pessoas que estejam dispostas a trabalhar com essa idéia. Esse é o primeiro passo. Sozinho a gente acaba desanimando frente ã s menores dificuldades (tempo, cansaço, desânimo, etc). Se estamos em um pequeno grupo, um ajuda o outro a superá-las. É interesante começar com um grupo de três pessoas, mas se é possível, podem se somar quantas pessoas desejarem.
As primeiras ações podem ser os videodebates, porque requerem um conhecimento técnico mais básico. Normalmente consiste em saber conectar um aparelho reprodutor de vídeo (Videocassete ou DVD Player) num televisor. O ideal é que o grupo se reúna antes e assista ao vídeo. Depois, que estabeleçam que ação poderia ser gerada a partir deste vídeo. Para realizar essa atividade, o grupo deve encontrar um espaço com condições de abrigar o evento, marcar uma data e realizar divulgação prévia, na forma de cartazes, avisos em sala de aula, internet, etc… A atividade consiste em assistir ao vídeo, abrir um espaço de debate sobre o filme e propor alguma ação na comunidade frente ao conflito apontado pelo filme.
Nestes videodebates, temos usado filmes que já tragam esse ativismo social como tema. Mas temos a experiência de ter realizado uma mostra com alguns títulos comerciais que foram usados para discutir como a mídia corporativa falseia as informações. A partir daí, surgiram inúmeras revistas e jornais de bairro.
Algumas vezes, a duração do filme é maior que o tempo disponível para o debate (por exemplo, um filme de duas horas numa aula de cinqüenta minutos). Nesse caso, se pode realizar uma edição prévia, selecionando os trechos que são mais interessantes para a atividade que se quer realizar a partir do debate. Isso já exige maior conhecimento técnico, mas pode ser feito tranqüilamente. O ideal é que nessas questões técnicas quem domina o conhecimento compartilhe com todo o grupo como a coisa tem que ser feita. Assim, se o “técnico” tiver que se ausentar os demais podem assumir a função.
E finalmente, se pode realizar um filme sobre as ações desenvolvidas na comunidade e esse mesmo filme pode ser empregado num videodebate, para estimular novas ações.
Gostei. Quando começamos?
As Cinecélulas estão por aí, por toda parte. Você também pode criar a sua! Participe da nossa lista de discussão e descubra o que você pode fazer.
Estamos desenvolvendo ações em São Paulo e Curitiba.
Em Sampa, estamos na R. Albuquerque Lins, 306 - próximo ao metrô Marechal. Fone (11) 3664 7331. Procure o Djair (djairjr@movimento-humanista.org)
Em Curitiba, estamos na Rua Portugal 63 - Largo da Ordem. Procure o Rodrigo (clash_ul@hotmail.com)
Apareça!!!
Estúdio de Audio
junho 3, 2007 by admin
Filed under Faça você mesmo
Eu resolvi escrever esse tutorial depois que andei conversando com o pessoal lá de Curitiba, que toca a frente de ação Revolussom. A galera estava tendo problemas com a questão do autofinanciamento do projeto, e eu dei um toque de que eles poderiam armar um pequeno estúdio para gravar uma coletânea com músicas das bandas que estão fazendo parte do projeto. As bandas gastam em média trinta pilas a cada vez que vão gravar algo no estúdio, e se eles armassem este estúdio, poderiam cobrar mais em conta a coisa toda e isso ajudaria na questão da coleta financeira.
Vou dividir esse tutorial em dois tecos, o primeiro é sobre a questão do espaço físico e algumas modificações necessárias. Também vou dar um toque geral sobre a questão da atitude em relação ao autofinanciamento. No segundo teco, falo mesmo da questão dos equipamentos, conexões e softwares empregados.
Primeiro Teco: Vedando a Garagem
Esse lance eu aprendi com uma galera de Itaquera, bairro da zona Leste de São Paulo. Um dos problemas que uma banda enfrenta é arranjar um lugar onde possa ensaiar até mais tarde, sem esculachar com o sono dos vizinhos.
Os caras lá em Itaquera resolveram a questão de um jeito bem bacana: juntaram três bandas de lá e conversaram com a administração do prédio, solicitando a construção desse lugar para ensaiar. Pegaram uma área livre e fizeram algumas vaquinhas para construírem a coisa eles mesmos. Compraram cimento, blocos, telhas, conduítes, etc…
Eles pensaram que poderiam ir ajustando o isolamento acústico se fossem colocando pedaços de isopor dentro dos blocos antes de cimentar e então saíram garimpando as caçambas de entulho atrás desse tipo de lixo. Esse lance deu uma melhorada na coisa do isolamento, mas não resolveu o assunto completamente.
O que eles fizeram na seqüência foi colocar pedaços de isopor pregados na parede, criando um sanduíche de camadas: papelão, isopor, papelão… No teto, juntaram várias caixas de ovo para fazer o isolamento acústico. E a coisa toda funcionou muito bem.
Essa solução dos caras só tem um problema que é a questão do calor. Mas não é nada que um ventilador não resolva.
Passo a passo:
- Arranje uma galera que queira construir o estúdio;
- Descole (ou construa) um espaço;
- Junte todo isopor e papelão que conseguir. Também junte caixas de ovos. Isso tudo vai servir para o isolamento acústico.
- Pique uma parte do isopor e coloque no liquidificador. Junte um pouco de cola branca e água (pouca água). Bata tudo e separe. Isso vai servir como argamassa para juntar as placas de isopor. Pegue uma folha de papelão grande e vá despejando a massa na folha, colando pedaços de isopor no papelão. No final, você vai ter uma grande placa de papelão revestida com isopor. Separe a placa. Você vai precisar de placas suficientes para revestir todas as paredes do espaço, então essa parte do trabalho pode levar alguns dias…
Pregue as placas nas paredes do espaço. Cuide para que fiquem bem fixas. Não esqueça das portas e janelas também. - Se quiser, rola pintar o papelão também. Só cuide para não colocar muita água na mistura da tinta, porque o papelão vai acabar empelotando e isso pode soltar o isopor (a cola branca é à base de água).
Segundo teco : Computadores e fiações…
Normalmente uma banda já tem boa parte do equipamento necessário para montar um estúdio. As mesas de som, os amplificadores, etc… O que falta é uma máquina que consiga gravar as faixas de cada instrumento separadamente e depois uma coisa que junte tudo isso e que grave a música num CD.
Essa máquina é um computador qualquer! Todo computador fabricado nos últimos 10 anos vem com uma coisa chamada placa de som, que a gente acha que só serve para ouvir MP3 e jogar. Mas na verdade, as placas também servem para gravar sons.
Olha lá atrás do seu computador e procure o lugar onde a caixa de som está ligada. Veja que além do conector verde, que é o da caixa, existe um conector rosa (do microfone) e um outro azul. Esse é o cara que vamos usar para ligar os instrumentos todos! O nome desse conector é line-in.
Através desse conector você já poderia ligar um instrumento musical, mas o quente mesmo é ligar a saída line-out da sua mesinha de som. Você talvez precise de um cabo adaptador, porque o plug que vai conectado na sua placa de som é um plugue estéreo (como os de fone de ouvido). E normalmente na sua mesa de som, as saídas são separadas por canal e com plugues do tipo RCA.
Eu arranjei esse adaptador aqui, que acho bacana. Você coloca ele na entrada line-in do computador de depois liga os cabos RCA/RCA direto nele.
Isso é o básico da coisa.
Além disso, a sua plaquinha de som pode ser conectada a um teclado eletrônico, que possua interface MIDI. Dá mais uma olhada na placa e veja esse conector maior, cheio de pinos. Ele é a sua interface MIDI no computador. E se você tiver um adaptador para o seu teclado e um software que leia essa entrada, quando você teclar uma nota no seu teclado eletrônico, o software pode manipulá-la de várias maneiras (escrevendo uma partitura ao mesmo tempo, tocando um loop de som, etc…)
Então agora chegamos a questão dos softwares. Se você for usar Windows, vai gastar uma grana com softwares de áudio. O bacana mesmo é usar uma distribuição linux que seja específica para esse tipo de coisa. Eu recomendo o Dyne:bolic.
Você pode baixar uma imagem do CD em http://dynebolic.org/
Com essa distro, você pode iniciar através do CD e ter uma idéia do seu poder. Você encontra todos os softwares para edição de áudio necessários. Tem o Audacity, que é um editor de som multipistas; o Hydrogen, que edita loops de bateria e mais uma penca de coisas.
No mais, recomendo esses sites:
http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Links+de+%C3%81udio
http://usuarios.lycos.es/hermanosjesus/otros/Manual.htm
Beleza pura?
Duplicadora de DVDs
junho 3, 2007 by admin
Filed under Faça você mesmo
Esses tempos a gente ouviu falar de uma controladora que permite que você ligue até 10 gravadores de CD/DVD em paralelo e faça a gravação de até 10 DVDs em apenas oito minutos (dependendo da velocidade de gravação da mídia).
Trata-se da Wytron DVD-688 (link do mercado livre). É uma controladora que tem memória de 64 Mb On-board, dispensa o uso de uma placa-mãe e toda a estrutura de um PC. Ela custa em média uns R$ 650,00 mas é um troço bem difícil de encontrar nas lojas de informática, porque muita gente tem comprado para copiar CDs e DVDs de computador e videogame, além de filmes é claro.
A galera que me indicou onde eu poderia comprar foi o pessoal de uma loja de mídias, CDs e DVDs. Nas outras lojas, ninguém tinha a menor idéia de onde eu poderia encontrar algo assim. Mas se você está sem tempo de rodar, o lance é procurar na internet.
O bacana dela é que você pode autorar uma matriz de DVD e fazer umas cem cópias em questão de horas. O conjunto todo deve sair por uns R$ 1.650, sem contar o gabinete e a fonte. Na rua, você encontra um gabinete específico para isso, com a fonte incluída, por R$ 320. Mas não vale isso!
Dá para vasculhar umas sucatas e comprar um gabinete velho de servidor, daqueles que tinham fitas DAT, e colocar uma fonte AT/ATX convencional no bicho. Eu vi o gabinete dos caras e é uma porcaria. Uma caixa de lata com duas ventoinhas barulhentas e uma Fonte ATX lixo, com um jumper no poweron da fonte. Além disso, você vai precisar de umas extensões para aumentar o número de conectores de fonte para as gravadoras.
Fazendo esse esquema, você deve economizar uns R$ 200 no conjunto, que vai sair por R$ 1800. Até que é barato, se pensarmos na serventia da coisa toda.
O troço é uma baba de se operar. Basta colocar os DVDs virgens nos gravadores e depois colocar o original no leitor e a danada já começa a gravar automaticamente! Dispensa o aprendizado de programas e etc…

